Num canto do jardim
surgiu uma rosa negra,
chamam-na príncipe negro,
chamo-a de princesa.
De rosa ela só tem o nome,
pois sua côr lembra o vinho tinto.
Espinhos! também tem,
mas não ferem a ninguém.
Depois da chuva da tarde,
início da primavera,
a caminhar sobre a relva, enfim,
a conclusão sincera:
jamais vi rosa tão bela assim.

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